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A meta do deputado é conseguir impedir a votoção da perda do seu mandato 

0308 Dep Eduardo CunhaO deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), terça-feira, dia 2, onde deu entrada a um mandado de segurança, como tentativa de impedir o andamento do processo de sua cassação, cujo relatório final está para ser votado em plenário.

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a defesa de Cunha listou uma série de supostas irregularidades, tanto no Conselho de Ética, quanto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da representação que pede o fim de seus direitos políticos.

Em 14 de julho, a CCJ rejeitou, por 40 votos a 11, o recurso do parlamentar. Uma semana antes, Cunha renunciou à presidência da Câmara dos Deputados em busca de se salvar. Se perder o mandato, o peemedebista perde o foro privilegiado e as investigações de que é alvo passam para as mãos do juiz Sérgio Moro.

Outra estratégia dos aliados de Cunha é trabalhar para esvaziar o plenário da Câmara no dia em que for votar a cassação. A meta é se alcançar menos de 200 votos favoráveis à perda do mandato, quando o necessário será 257. A leitura do parecer favorável à perda do mandato acontecerá na próxima segunda-feira, 8 de agosto.

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, garantiu que só colocará o processo em votação quando houver quórum de 460 parlamentares e que sua prioridade são pautas econômicas, como a dívida dos estados.

Réu por corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da Lava Jato, Cunha é acusado de mentir à CPI da Petrobras ao negar ter contas no exterior. Tais contas foram abastecidas com recursos desviados da Petrobras, de acordo com as investigações da PGR e da Polícia Federal.

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