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O deputado Coronel Chagas (PRTB) disse, após ser empossado como presidente do Parlamento Amazônico, na manhã de quarta-feira (9/8), que as maiores dificuldades enfrentadas pelos estados da região norte são as barreiras relacionadas ao meio ambiente e à questão indígena, que comprometem o desenvolvimento dos estados.

Coronel Chagas ressaltou ainda que nessas duas últimas décadas acompanhou diversas ações orquestradas por organizações não-governamentais – Ongs, patrocinados com recursos públicos, que ele considera crime de lesa pátria. Citou como exemplo a corrente da BR-174 na divisa dos estados Amazonas e Roraima, a obra do Linhão de Tucuruí, que vai interligar Roraima ao Sistema Nacional de Energia – SNE, a criação e ampliações de áreas indígenas e de parques nacionais na Amazônia e a construção de hidrelétricas.

“O setor produtivo é que mais sofre. Isso se verifica na pecuária, piscicultura, produção de grãos e suinocultura. É difícil criar empregos, gerar renda e produzir riquezas aqui no Norte do nosso País, em razão da atuação do aparato ambiental e indigenista que aparelhou certos órgãos da administração pública federal. Em razão disso, os estados da nossa região enfrentam problemas para crescer economicamente”, disse o parlamentar.

Ao apresentar o mapa de Roraima, Chagas mostrou como está dividido o estado e lembrou que restam apenas 3% para o setor produtivo, pois 97% foi fatiado entre terras indígenas, parques nacionais, área militar e de preservação, União e montanhas.

“Somos, portanto, um estado virtual. Não podemos continuar vivendo sob a ameaça constante de criação de novos parques nacionais e terras indígenas, aceitando que Ongs bloqueiem rodovias federais, impedindo obras de infraestrutura, pois já damos uma contribuição significativa ao país e ao planeta, no tocante à preservação da nossa biodiversidade e à cultura indígena, que tenho maior respeito”, afirmou Coronel Chagas.

Por serem problemas comuns enfrentados na região, Chagas ressaltou esses temas serão pauta do Parlamento Amazônico. “Nossa entidade busca contribuir para o crescimento econômico da nossa região discutindo políticas que visam o interesse coletivo e o bem comum. Estas foram, são e continuarão sendo bandeiras do nosso Parlamento Amazônico”, complementou.

Coronel Chagas disse ainda que irá ouvir as demandas de todos os estados da Amazônia Legal para que juntos busquem soluções para os entraves que impedem o desenvolvimento econômico e social da região. Fazem parte da nova diretoria do colegiado os deputados de Roraima Lenir Rodrigues (PPS), secretária geral; Jorge Everton (PMDB), secretário de Minas e Energia; Gabriel Picanço (PRB), tesoureiro; e Aurelina Medeiros (PTN), do conselho fiscal.

O ex-presidente do Parlamento Amazônico, deputado Sinésio Campos (PT-AM), comentou sobre a posse do deputado Coronel Chagas para a presidência do Parlamento. “O Chagas é determinado. Ele queria ser presidente e eu entendo que esse querer não foi imposição de ninguém. Era a vontade dele tanto é que foi eleito por unanimidade. Não teve disputa de candidatos e isso demonstra que tem total apoio das nove assembleias legislativas da Amazônia Legal. Desejo todo sucesso para o Chagas e digo que ele não estará sozinho nessa empreitada”, comentou.

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