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“Precisamos de iniciativas concretas que abarquem a segurança de todos os cidadãos, o controle na fronteira, criação de barreiras sanitárias e o ordenamento do fluxo de imigrantes no Estado.” Remídio Monai (Foto: Alice Andrade)

Os deputados que integram a Comissão Externa da Crise Venezuela participaram, quarta-feira (21), de uma audiência com os membros do Comitê Federal de Assistência Emergencial aos Imigrantes Venezuelanos. O encontro aconteceu na Casa Civil da Presidência da República, para tratar sobre as medidas previstas de contenção dos efeitos da crise migratória em Roraima.

O deputado Remídio Monai (PR), relator da Comissão Externa da Câmara dos Deputados da Crise Venezuela, pediu celeridade na execução das ações em Roraima. “Precisamos de iniciativas concretas que abarquem a segurança de todos os cidadãos, o maior controle na fronteira, além da criação de barreiras sanitárias e o ordenamento do fluxo de imigrantes no Estado. Se o Governo Federal agir agora, ainda consegue conter essa onda de violência e de animosidade em Roraima”, alertou o parlamentar.

A subchefe de Articulação e Monitoramentos da Casa Civil da Presidência da República, Natália Marcassa de Souza, fez uma explanação sobre as duas operações estabelecidas pelo Ministério da Defesa em apoio à crise humanitária causada no estado de Roraima. Operação Acolhida e a Operação Controle foram alicerçadas em quatro eixos de atuação: censo, acolhimento, ordenamento na fronteira e a interiorização.

“Nesse primeiro mês, desde a publicação da Medida Provisória 820, conseguimos realizar ações emergenciais, como o aumento do contingente da Polícia Federal e de integrantes da Força Nacional na fronteira e pontos de triagem. Realizamos também a primeira etapa do censo e melhoramos a estrutura dos abrigos. Hoje, por exemplo, estamos inaugurando mais um abrigo no Corpo de Bombeiros da Capital para acolher 250 imigrantes”, acrescentou.

A subchefe Natália Marcassa disse que no dia 12 de março foi editada a Medida Provisória 823, liberando o crédito extraordinário de 190 milhões para atender o planejamento do Ministério da Defesa no apoio humanitário. “Ainda estamos na fase dos empenhos e aquisição do material que será empregado no apoio. A expectativa é que até o fim de abril todas as medidas previstas nas duas operações sejam cumpridas”, afirmou.

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