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A sucessão presidencial promete ser uma das mais concorridas da história do Brasil e, também, uma das mais tumultuadas em face de tantos escândalos que minam os pilares da política nacional. Ao longo do seu desenrolar não faltarão críticas, mais denúncias e manifestações públicas pro e contra o atual presidente Michel Temer, também envolvido em escândalos que estão na mira da Operação Lava Jato.

Até o momento temos 21 pré-candidatos ao cargo mais importante do país, estando entre eles, mesmo na contramão da Justiça Eleitoral, o ex-presidente Luiz Lula da Silva, preso em Curitiba após condenação em segunda instância, cuja pretensão deverá ser barrada quando do registro de candidatura por ser Ficha Suja.

Como se destaca no observatório da política nacional, existe uma grande negociação de apoios de todos os lados e todas as correntes de centro, direita e esquerda, o que dá o tom do que será a campanha sucessória do presidente Michel Temer.

Todo esse feirão da política partidária irá se acentuar cada vez mais até as escolhas oficiais dos candidatos nas convenções partidárias entre 20 de julho e 5 de agosto que é o prazo final e os registros de candidaturas já definido pela Justiça Eleitoral será até 15 de agosto.

A imagem de Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República preso tem perdido apoios. Apesar disso ele continua liderando as pesquisas de intenção de voto que incluem seu nome.

Outros nomes que aparecem em destaque no cenário atual e que podem concentrar boa parte dos votos são os de Jair Bolsonaro, Marina Silva, Joaquim Barbosa, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin.

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