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À frente do bloco político que atua na defesa da região Norte, o deputado estadual Coronel Gerson Chagas (PRTB/RR) criou uma agenda positiva, que priorizou o desenvolvimento da regional. Neste mês de maio, por ocasião da 22ª Conferência da Unale – União Nacional de Legisladores e Legislativo Estaduais – realizada em Gramado (RS) passou o comando do Parlamento Amazônico, por eleição, ao deputado Wellington do Curso (PP).

Eleito por unanimidade no ano passado (biênio 2017/2018), o parlamentar estabeleceu como prioridades a instalação dos Free Shops em cidades gêmeas de fronteira e a abertura de diálogos com os indígenas Waimiri-Atroari, que vivem entre os estados do Amazonas e Roraima, para a passagem do Linhão de Tucuruí, que interligará Roraima ao Sistema Nacional de Energia Elétrica.

A prestação de contas ocorreu na reunião da 22ª Conferência da Unale. Durante sua gestão, Coronel Chagas destacou que as pautas foram amplamente discutidas, com a realização de reuniões em Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Brasília (DF), que contaram com rodadas de palestras e a presença de autoridades do Governo Federal.

“Nas reuniões e audiências tratamos sobre a construção do Linhão de Tucuruí. Em Manaus, por exemplo, ouvimos lideranças indígenas de Roraima e do Amazonas, onde avançamos muito na questão e na abertura do diálogo”, destaca.

Chagas também se reuniu com o presidente da República, Michel Temer (MDB), em duas oportunidades. A primeira, em janeiro de 2018, em Brasília, que, junto aos representantes da Unale, levou ao seu conhecimento os problemas decorrentes da migração venezuelana em Roraima, que incluem aumento nos casos de violência e o surto de sarampo. Em fevereiro voltou a se reunir com Temer, em Boa Vista, para mais uma vez discutir sobre a crise migratória, bem como cobrar soluções urgentes.

“Foi uma honra muito grande a oportunidade de presidir o Parlamento Amazônico. Representamos uma entidade que debate e defende políticas de interesse dos povos amazônidas. Assim tem sido desde sua criação”, avaliou o parlamentar.

Chagas enfatiza sobre a posição única do bloco, quanto às vozes da Amazônia. “Não podemos permitir que pessoas que nunca pisaram aqui venham tomar decisões por nós. Somente nós, amazônidas, podemos falar pela região Norte”, ponderou.

PARLAMENTO AMAZÔNICO – Bloco político que defende os interesses dos nove estados que compõem a Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Rondônia, Roraima e Tocantins). É representado por 251 deputados estaduais, reponsáveis em debater e apontar soluções para o desenvolvimento da região.

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