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Parlamentar defende que atos humanitários sejam praticados, mas de maneira ordenada

O deputado Izaías Maia (sem partido) em pronunciamento da tribuna da Assembleia Legislativa de Roraima, quarta-feira (8), fez uma longa abordagem sobre a situação da imigração venezuelana e a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) em reabrir a fronteira do Brasil Venezuela, após derrubar a liminar do juiz federal Helder Girão Barreto na terça-feira (7).

Reforçando os pensamentos e opiniões de grande parte da população, o parlamentar afirmou que Roraima não possui estrutura física e nem operacional para receber, do país vizinho, os milhares de imigrantes que entram no Brasil pela cidade fronteiriça de Pacaraima, fugindo da grave da crise econômica e humanitária do país do presidente Maduro.

“Temos que arrumar a nossa casa para podermos ajudar o vizinho. O problema da Venezuela, que começou no comando do presidente Nicolás Maduro, foi transferido para Roraima, que tem 600 mil habitantes, não tem emprego, não tem energia”. Como resultado, pontuou, há um impasse na decisão do controle de entrada dos imigrantes no Estado, pois o Governo Federal não conhece a realidade do Estado, como o crescimento da miséria, da falta de energia elétrica, entre outros pontos.

O parlamentar disse ainda que a problemática inflamou o sistema público, resultando em hospitais lotados e sem leitos para atender a todos, escolas lotadas e aumento na criminalidade. “Como disse o juiz Helder Girão Barreto: ‘Temos que ter responsabilidade e praticar o ato humanitário, mas não desordenadamente’”, citou.

Izaías Maia falou ainda de outros problemas encontrados no interior de Roraima, principalmente na região Sul. Com discurso direcionado ao líder da base governista na Assembleia Legislativa, deputado Brito Bezerra (PP), ele citou a falta de óleo diesel para abastecer o maquinário que recupera as vicinais, a falta de merenda e transporte escolar. “Várias escolas terminando aula mais cedo por não terem merenda escolar. Transporte escolar parado e muitas vicinais intrafegáveis”, resumiu.

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