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Duas auditorias são feitas no dia 7 de outubro para certificar a segurança das urnas

A Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica (CAVE) do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR), presidida pelo juiz Bruno Costa, realizou na manhã deste sábado (6), o sorteio das 6 urnas que serão auditadas no dia 7 de outubro, com o objetivo de atestar a inviolabilidade dos equipamentos. A cerimônia foi realizada no plenário do TRE-RR e contou com a presença de representantes do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de auditores da Empresa do Grupo Maciel, responsável pela auditoria externa.

Das 6 urnas eletrônicas sorteadas, 3 delas serão auditadas no dia das eleições, no próprio Tribunal, e as outras 3 terão sua integridade verificada nos locais de votação, antes da emissão da zerésima, um relatório impresso pelos mesários logo após a montagem das seções eleitorais, que comprova que nenhum voto foi computado ainda.

Dentre as urnas sorteadas, 2 são da capital (1ª e 5ª Zonas Eleitorais) e 4 do interior do estado (2ª, 3ª 6ª e 7 ª zonas eleitorais, localizadas em Caracaraí, Alto Alegre, Mucajaí e Pacaraima, respectivamente). No auditório do TRE-RR, serão auditadas as urnas das seções 097 (3ª ZE), 129 (5ª ZE) e 040 (6ª ZE). Na auditoria de integridade do equipamento nos locais de votação, foram sorteadas as seções 229 (1ª ZE), 005 (2ª ZE) e 009 (7ª ZE).

Os juízes eleitorais responsáveis pelas urnas sorteadas foram comunicados e orientados a preparar e enviar os equipamentos à sede do Tribunal. O transporte será feito por via terrestre, sob a responsabilidade das equipes que já estão nos municípios contemplados no sorteio.

O analista de Tecnologia da Informação do TRE-RR e Membro da CAVE, Hélio Brilhante, esclareceu que todas as urnas sorteadas são substituídas por urnas de contingências, que recebem a carga e o lacre logo após o sorteio. “O mesmo veículo que traz urnas sorteadas até o Tribunal, leva a substituta até o respectivo ízo”, explicou Hélio.

AUDITORIA 1 – A Auditoria, conhecida como Votação Paralela, é uma simulação da votação, realizada no dia das eleições, no próprio TRE-RR.O analista judiciário do TRE-RR e membro da CAVE, Marcelo Alt, explica que, no dia das eleições, servidores e colaboradores da Justiça Eleitoral digitarão nas urnas sorteadas, um a um, todos os votos anotados nas cédulas de papel e depositados em uma urna de lona.

“No final da votação, faremos a apuração e o resultado da contagem nas cédulas e urnas eletrônicas devem coincidir, para comprovar que não há adulteração no processo de cômputo dos votos e totalização dos resultados obtidos nas urnas”, disse. Tudo será registrado por câmeras, que monitoram todo o trabalho, para reforçar a lisura do processo.

Marcelo Alt salientou ainda que a CAVE restringiu a abrangência dos sorteios das urnas às sedes das 1.ª, 2.ª, 3.ª, 5ª, 6.ª e 7ª zonas eleitorais, em razão de dificuldades logísticas, considerando a existência de localidades de difícil acesso, onde o tempo para o recolhimento das urnas sorteadas seria inviável.

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