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A nova Frente Parlamentar da Medicina (FPMed) já tem o nome do deputado Hiran Gonçalves (Progressistas/RR) para ocupar a presidência. A indicação foi feita pelo futuro ministro da Saúde, deputado Henrique Mandetta, em solenidade realizada na últi¬ma semana de novembro, no Instituto Brasil de Medicina (IBDM), em Brasília. A Frente deverá ter sua composição renovada no início da Legislatura de 2019 com os deputados federais e senadores eleitores ou reeleitos. Mandetta também avalizou o nome de Gonçal¬ves para a presidência do IBDM.

“Como oftalmologista em pleno exercício da profissão, profissional atuante na defesa do movimento médico, ex-presidente da Comissão de Seguridade Social e Família e presidente da Comissão dos Planos de Saúde, o deputado Hiran Gonçalves tem todas as condições para ocupar a presidência da Frente Parlamentar da Medicina e levar à diante as propostas da categoria médica como uma organização política articu¬lada dentro do Congresso Nacional”, afirmou Mandetta. O futuro ministro da Saúde foi o idealizador da Frente, instalada de 2017, com o apoio de mais de duzentos deputados e senadores.

“Fiquei muito lisonjeado com a lembrança do meu nome e a indicação feita pelo ministro Henrique Mandetta para presidir a Frente Parlamentar da Medicina, uma das mais importantes e estratégicas do Congresso Nacional”, agradeceu o deputado Hiran Gonçalves. O parlamentar disse acreditar que sua indicação foi um reconhecimento do trabalho feito por ele durante todo o seu primeiro mandato na defesa das propostas de interesse do movimento médico e em favor da Medicina e da saúde pública brasileira.

“Me coloquei à disposição para que, com a minha pequena capacidade de ajudar, possa defender os interesses da saúde pública, do movimento médico, de melhorar o financiamento do SUS e ajudar na criação da carreira médica de Estado para o Brasil, entre outras pautas importantes. Entusiasmo e disposição não me faltam”, declarou Gonçalves.

Para Hiran Gonçalves, ter seu nome escolhido por consenso entre seus pares e poder contar com o apoio de todo o movimento médico foi muito importante e determi¬nante para que ele aceitasse o desafio duplo. “Presidir o Instituto Brasil de Medicina também vai exigir um esforço redobrado no sentido de vermos atingidos todos os anseios e necessidades da classe médica, bem como as propostas de políticas públicas de saúde”, observou.

A FPMed é composta por deputados e senadores de todos os partidos, médicos e não médicos e tem o objetivo de colaborar com a qualificação da assistência à saúde no Brasil, com a atividade médica e suas demandas que tramitam no Congresso Nacional. Já o IBDM tem representantes de todas as entidades médicas e trabalha ao lado da Frente como um organismo social que recebe e repassa as demandas para este colegiado, na busca de uma medicina mais eficiente e moderna, um melhor atendimento para a popula¬ção e mais saúde para a sociedade.

A estimativa é de que hoje tramitam na Câmara dos Deputados e o Senado Federal algo em torno de mil projetos que tratam do interesse do movimento médico e devem ter uma atenção especial tanto da Frente quanto do Instituto.

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