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Em mais uma articulação com o Ministério da Saúde, o deputado Hiran Gonçalves (PP/RR) conseguiu a liberação imediata de R$ 5 milhões para compra de medicamentos para atender todos os hospitais do estado. O anúncio foi feito pelo parlamentar em sua rede social. Outra boa notícia é o investimento de R$ 1 milhão para aquisição de equipamentos para a maternidade do Hospital de Boa Vista.

“Comuniquei ao secretário de Saúde, Airton Wanderlei, que liberamos esses R$ 5 milhões para compra de medicamentos que servirão para tentarmos diminuir o sofrimento das pessoas em todas as unidades de Saúde da capital e do interior”, afirmou Hiran Gonçalves.

Vivendo uma crise de gestão iniciada no último governo estadual e agravada com a constante chegada de imigrantes venezuelanos que já passam de 60 mil, os serviços públicos de Boa Vista e cidades como Pacaraima, porta de entrada dos venezuelanos, estão à beira do colapso. A saúde está sendo impactada diretamente não apenas com a chegada diária de mais usuários e pacientes, mas também com a falta de medicamentos e insumos.

Ao longo do ano, entidades médicas de Roraima repudiaram a possibilidade da vinda de novos profissionais de saúde para o Estado, com a justificativa de que o efetivo não consegue mais suprir a demanda. A medida havia sido tomada após visita da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) com objetivo de efetuar levantamento das áreas mais necessitadas de pessoal.

O Conselho Regional de Medicina de Roraima (CRM-RR) e o Sindicato dos Médicos do Estado de Roraima (Simed-RR) declararam que não se poderia atribuir os problemas na saúde, tanto nacional, quanto estadual e municipal, ao número de profissionais.

Para o Conselho, o profissional seria tão vítima da atual condição da saúde pública no Brasil quanto qualquer cidadão que paga seus impostos e o que estava faltando na saúde pública do estado não era pessoal, mas, uma boa gestão que garantisse as condições necessárias para o profissional trabalhar. No caso, a existência de material hospitalar, medicamentos, insumos, leitos, equipamentos e um plano de carreira para fixar o profissional no interior.

“Em meio à crise social e humanitária provocada pelo intenso fluxo de imigrantes venezuelanos, e a precariedade no fornecimento de medicamentos e insumos pela má gestão ao longo dos últimos anos, nosso esforço para enviar o mais rápido possível esses recursos para a Secretaria de Saúde foi um compromisso firmado por mim e que agora está sendo cumprido”, argumentou Hiran Gonçalves. Segundo ele, este é o momento de continuar trabalhando para oferecer uma saúde de melhor qualidade para a população. “Vamos também continuar vigilantes para que nós possamos fazer uma gestão galgada na eficiência, seriedade e um bom trato com a coisa pública”.

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