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O Estado de Roraima, segundo estimativas, recebeu aproximadamente 100 mil venezuelanos, que cruzaram a fronteira em busca de refúgio. Com a falta de condições para suprir as demandas do aumento do fluxo de venezuelanos, Roraima vive desde fevereiro de 2019, sob um decreto de calamidade pública do sistema de Saúde.

Apesar de o decreto facilitar o Estado a obter medicamentos e suprimentos de emergência, a população roraimense tem vivenciado dias difíceis de extremo caos nos hospitais, de desenfreado aumento nos níveis de violência, do abandono na educação e da desassistência do Governo Federal.

O senador Mecias de Jesus (PRB-RR) tem questionado o Governo Federal pela facilidade em liberar recursos para manter a Operação Acolhida. Em menos de 2 anos foram quase 500 milhões de reais para o Ministério da Defesa manter a assistência emergencial e a acolhimento humanitário aos venezuelanos.

“E quem vai cuidar do povo de Roraima? Os roraimenses não conseguem atendimento nos hospitais, as pessoas estão morrendo nas filas, as crianças não têm educação digna, não têm merenda. O presidente Jair Bolsonaro precisa olhar e ajudar o seu próprio povo”, suplica o senador.

De acordo com o senador Mecias, o Governo Federal não pode se limitar a financiar apenas a Operação Acolhida. O município de Pacaraima, a principal porta de entrada da fronteira Brasil-Venezuela, está colapsado socialmente.

“Roraima não tem estrutura para lidar com a crise venezuelana. A nossa população está pagando caro pelo que aconteceu no País vizinho. Roraima precisa de recursos para o governo estadual e para a prefeitura de Pacaraima minimizar esses impactos. Nosso estado merece respeito, não podemos continuar mergulhados nessa tragédia social”, disse Mecias.

“Como o Governo Federal se limita a financiar (atender) a Operação Acolhida, sendo que todo o restante do caos gerado nas ruas, abrangendo Educação, Saúde e Segurança pública ficam agravados. Assim, tantos os brasileiros, quanto os venezuelanos que não são alcançados pelos benefícios da Operação ficam completamente desassistidos”, enfatizou o senador.

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