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A Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI da Saúde iniciou suas atividades, terça-feira (3/9), e vai investigar contratos licitatórios da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau). O grupo será presidido pelo deputado Coronel Chagas (PRTB), terá Nilton Sindpol (Patriota) na vice-presidência e o deputado Jorge Everton (MDB) na relatoria. O grupo também é formado pelos deputados Evangelista Siqueira (PT), Renato Silva (Republicanos), Soldado Sampaio (PC do B) e Lenir Rodrigues (Cidadania).

Agradecendo a confiança dos seus pares em alçá-lo à condição de presidente da CPI, pontuou que a CPI é de interesse da sociedade e que, por isso, todos os indícios de irregularidades precisam ser esclarecidos. “Todos os deputados que queiram participar dos trabalhos da comissão estão convidados”, afirmou.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jalser Renier (SD), foi quem conduziu a instalação e eleição dos cargos da comissão, e reforçou o que já havia dito quando a comissão foi formada. “Os membros da comissão terão apoio total e irrestrito da Mesa Diretora e da equipe técnica da Assembleia Legislativa”.

Após debates sobre a formação da CPI, a deputada Betânia Almeida (PV), que disputou a presidência com Chagas, apresentou requerimento pedindo a saída da comissão, o qual foi acatado pela Mesa Diretora. Conforme solicitação do partido Cidadania, liderado pelo deputado Chico Mozart na Casa, a deputada Lenir Rodrigues (Cidadania) passa a compor o grupo investigatório.

Oitivas e diligências na Sesau - Ao final da sessão plenária, a comissão realizou a primeira reunião e entre as principais deliberações, ficou definida a oitiva do ex-secretário de Saúde Ailton Vanderley – cujas denúncias feitas em rede social, ao deixar a Pasta, suscitaram os primeiros debates acerca da CPI – e a realização de diligências para análise de processos da Sesau. A convocação do ex-secretário está prevista para o próximo dia 16, às 15h. Já a análise dos processos deve ser realizada nos próximos dias.

O relator da comissão, Jorge Everton, sugeriu que durante as diligências sejam realizadas cópias de processos no local, para não prejudicar os serviços prestados pela Sesau. Ele afirmou ainda que a comissão disponibilizará um número de telefone para que qualquer pessoa possa formalizar denúncias via WhatsApp para a comissão.

O vice-presidente da CPI, Nilton Sindipol, enfatizou que a atual secretária estadual de Saúde, Cecília Lorenzom, foi advogada durante muitos anos de empresas que possuem contrato com a Pasta. Por isso requereu documento que comprove a desvinculação dela das atividades advocatícias e indicou ainda a necessidade de um relatório relacionado às cirurgias.

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