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A denúncia feita pelo Ministério Público do Estado contra o presidente da Assembleia Legislativa, Jalser Renier (Solidariedade) e outros 16 investigados por organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro e a 'desproporcionalidade entre a renda e o seu patrimônio pessoal', mesmo tendo ampla repercussão até em nível nacional até agora ficou estacionada, mesmo diante da gravidade dos fatos.

Como noticiou o jornal Estado de São Paulo e outros órgãos da grande imprensa pesa sobre o deputado, também apelidado de “menino de ouro” a ação de chefiar uma organização criminosa dentro do Legislativo Estadual. Os fatos levaram o Procuradoria-Geral de Justiça do Estado pedir o afastamento do parlamenta da presidente da Assembleia e a indisponibilidade dos bens dele e dos demais envolvido, como apurou na época o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

De acordo com o que foi apurado, além de Renier são acusados mais 16 investigados por peculato, pertinência à organização criminosa e lavagem de dinheiro. A denúncia do Ministério Público de Roraima alcança agentes públicos, políticos e empresários que e4stão sendo investigados por desvio de dinheiro da Assembleia, no âmbito das operações Cartas Marcadas e Royal Flush, deflagradas pelo Gaeco, em junho de 2016 e janeiro de 2019.

“Ao constatar a imensa desproporcionalidade entre a renda do presidente da Assembleia Legislativa de Roraima e o seu patrimônio pessoal, não resta dúvida sobre a atuação dele no esquema criminoso. A maior parte do patrimônio de Jalser Renier se encontra em nome de ‘laranjas'”, informou o Ministério Público. São gritantes as disparidades nada compatíveis com os vencimento do presidente Jalser Renier, pouco mais de 33 mil reais, tem ainda a sua mulher com um conjunto de bolsas de grife avaliadas em mais de 180 mil reais.

Conforme apurou o Ministério Público todos os bens do parlamentar estão em nome de laranjas. A investigação identificou 339 imóveis em nome de Carlos Olímpio Melo da Silva, operador financeiro de Jalser, e 29 imóveis em nome de Cynthia Lara Gadelha Padilha, sua mulher.

“O casal ostenta uma vida luxuosa. Além de viverem em uma mansão avaliada em mais de R$ 8 milhões, com quase 1000 m² de área construída, Jalser e Cinthya adquiriram carros de luxo, joias, óculos de sol e bolsas de marca avaliados em mais de R$ 1 milhão”, afirmou a Procuradoria.

“Os automóveis apreendidos na residência de Jalser Renier e Cinthya Gadelha foram avaliados em R$ 870.558,00. Destaca-se que nenhum dos veículos está em nome de Jalser ou Cinthya.” Nada disso foi ainda necessário para a Justiça tomar as devidas providências. Até que isso aconteça o “nobre deputado” continua zombando do caráter punitivo da lei.

Para se ter uma noção periférica da situação só 22 bolsas femininas de luxo de Cynthia Gadelha foram avaliadas em R$ 180 mil (Laudo Pericial nº 041/2019). Chama a atenção, a bolsa Chanel Beige Clair – Made in Italy, feita com couro de bezerro, cujo valor alcança R$ 24,4 mil”, aponta a denúncia, protocolada na Justiça em 18 de julho e as informações foram publicadas pelo Ministério Público do Estado e chegaram até a grande imprensa. (Com informações do Ministério Público e do jornal O Estadão)

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