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Políticos roraimenses, transcorrido quase 2 anos, se perguntam em que deu a denuncia contra o ex-senador Romero Jucá (MDB), feita em 20 de agosto de 2017 pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, hoje aposentado do Ministério-Público Federal. A denúncia que provocou grande alarde na Imprensa Nacional, não conta até hoje com uma posição do Supremo Tribunal Federal (STF), apesar do ex-senador contra com 57 processos transitando na alta Corte do País, sendo que desse número apenas 7 são correm em segredo de Justiça.

A denúncia foi feita pelo Procurador-Geral à época foi com base no que consta no inquérito da Operação Zelotes, que investigava se Jucá e outros dois parlamentares beneficiaram o Grupo Gerdau por meio de uma medida provisória em troca de doações eleitorais. Adversários do ex-senador dizem que os advogados no ex-senador e agora lobista estão fazendo de tudo para manter esse e outros processos parados.

De acordo com a revista Veja, edição de 21 de agosto, destaca que esse inquérito é relatado no STF pelo ministro Ricardo Lewandowski, que deve levar a denúncia à Segunda Turma do Supremo, à qual caberá decidir se aceita ou não a acusação e torna Romero Jucá réu. Além do peemedebista, são investigados no mesmo inquérito os deputados federais Alfredo Kaefer (PSL-PR) e Jorge Côrte Real (PTB-PE). Não há detalhe sobre a acusação feita pela PGR, em razão do segredo de Justiça.

A chamada Operação Zelotes, segundo informações da Veja, detectou indícios de que o senador alterou o texto da MP 627, de 2013, para beneficiar a siderúrgica. Jucá era o relator do texto, que mudava as regras de tributação dos lucros de empresas no exterior. Os deputados apresentaram emendas que beneficiaram o grupo, segundo os investigadores.

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