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O Ministério Público de Roraima (MPRR), quarta-feira (11/9), voltou a pedir o afastamento do deputado Jalser Renier (SD) do cargo de presidente da Assembleia Legislativa, sob a alegação de que a permanência dele no comando do Legislativo estadual é ameaçados, podendo o deputado utilizar-se do princípio de autoridade para atrapalhar o processo no qual ele é réu juntamente com outros 8 acusados.

Neste processo, todos estão sendo investigados pelo desvio de R$ 770 mil, dinheiro oriundo de processo licitatório fraudulento em que foi contratada, em 2015, a empresa Construtech para a realização do restabelecimento e reparo técnico com troca de cabeamento na Escola do Legislativo, serviço este que nunca foi realizado.

Além de várias irregularidades, como a falta de cotação de preços, documentos sem assinatura legal, falsificações de assinaturas, planilha de custos, ausência de projeto básico, não publicação do edital obrigatório, a empresa contratada não estava apta a realizar o serviço a que se propunha, pois nem sequer tinha empregados para tal.

O mais grave, segundo o Ministério Público de Roraima, é ter constatado que grande parte do dinheiro desviado pelo presidente Jalser Renier foi utilizado na construção de um posto de gasolina que está no nome de sua mulher, Cynthia Padilha, e também na ampliação e reforma da garagem e da área de lazer de sua mansão, localizada próxima ao Iate Clube.

Como o pedido anterior não foi atendido e Ministério Público do Estado de Roraima entrou com um pedido em caráter liminar contra o deputado presidente da Assembleia e outros que estão sendo arrolados por formação de quadrilha e desvio de recursos público como é o caso de Gerson da Silva de Melo, Maria Jaime Laranjeira Menezes, Marliane Rodrigues da Silva Brito, Niura Cardoso de Souza, Rafael Miranda de Albuquerque, Rafael Sampaio Rocha Lima, Rosinaldo Adolfo Bezerra da Silva (Naldo da Loteria), e Verona Sampaio Rocha Lima.

O Ministério Público de Roraima, no dia 23 de agosto, havia solicitado o afastamento do deputado da presidência da Assembleia, comprovadamente por prática de fraude licitatória, e a indisponibilidade dos seus bens e dos demais envolvidos. Esta última parte da solicitação foi atendida e não foi deferido o afastamento de Jalser Renier Padilha da presidência da Assembleia

 

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