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O juiz Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba (PR), marcou o interrogatório do ex-senador Romero Jucá (MDB), para o dia 25 de novembro, conforme decisão daquela autoridade divulgada na última terça-feira (17). O ex-senador e agora lobista que circula pelos gabinetes e órgão federais em Brasília (DF) é réu em um processo da Operação Lava Jato, onde está envolvida a Transpetro, uma das subsidiárias da Petrobras.

O ex-senador que não conseguiu se reeleger na campanha passada, perdendo por menos de 500 votos, foi denunciado e é réu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. No entanto a ex-autoridade parlamentar, tem outros 56 processos que estão dormitando no STF – Supremo Tribunal Federal e estâncias correlatas, alguns dos quais são datados do começo dos anos 1990.

O interrogatório do ex-senador está marcado para às 14h do dia 25 de novembro, na sede da Justiça Federal na capital paranaense, ocasião em que também serão interrogadas as testemunhas de acusação do caso que só chegou a esse ponto porque ele não tem mais foro privilegiado.

A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) aponta que o ex-senador e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado solicitaram o pagamento de R$ 22,4 milhões à empreiteira Galvão Engenharia, referentes a 5% de contratos e aditivos firmados com a Transpetro.

Conforme o MPF, Jucá recebeu pagamentos ilícitos de pelo menos R$ 1 milhão em 2010. Os envolvidos no esquema, segundo a denúncia, se especializaram em quatro núcleos de atuação: político, econômico, administrativo e financeiro.

De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, os atos de corrupção que geraram os pagamentos ilícitos ao ex-senador ocorreram em quatro contratos e sete aditivos celebrados entre a Galvão Engenharia e a Transpetro.

A defesa de Romero Jucá informou que esta é uma investigação que tem por base em delações premiadas, embora os argumentos apresentados tenha sido desmentidos e que vai mostra na Justiça que tudo que está sendo argumentado não tem a menor procedência.

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