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“Não podemos pagar por erros que não são nossos e não podemos ter também ganhos de ações que não são nossas"

1020 Senador Romero Juca2O senador Homero Jucá (PMDB) disse em entrevista ao jornal Estado de São Paulo publicada na edição de terça-feira (9/2) falando a respeito do processo de impeachment de Dilma Rousseff, que tramita no Congresso Nacional, que de forma alguma, perdeu a força e reforçou: “em política nada está morto e os desdobramentos de um possível afastamento da presidente serão consequências de uma conjuntura”.

Jucá ressaltou ainda que em política cada dia é uma conjuntura diferenciada e o impeachment da presidente Dilma é consequência dessa conjuntura que às vezes esquenta e às vezes esfria. Para ele a conjuntura do país há dois meses era outra e não se pode deixa para discutir soluções para o Brasil somente após o encerramento do processo de impeachment.

O senador roraimense é um dos articulares, segundo o Estadão, do acordo de união entre a bancada peemedebista no Senado e o vice-presidente Michel Temer. Jucá defende a ideia de que o seu partido marque suas diferenças com o PT – Partido dos Trabalhadores e deve defender e investir em propostas que seja articuladas com a realidade política do país.

Durante a entrevista, inclusive exibida na TV Estadão, Romero Jucá abordou vários temas como a recriação da CPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, Operação Lava Jato e seus desdobramentos, a polêmica com relação aos cortes de gastos do governo e a unificação do PMDB para que tenha uma identidade própria e assimilável pela população.

Segundo ele todas as lideranças devem estar violtadas para a construção desta unidade e falando no próximo encontro da executiva nacional do PMDB o senador Jucá ressalta sua posição: “O que vamos fazer no encontro da Executiva é aglurinar, unir o partido, eleger uma Executiva que efetivamente represente as forças que são complementares”.

Ele destaca ainda que o PMDB é diferente dos outros partidos e com relação ao PT, partido do governo federal, que tem como vice o atual presidente da legenda, Michel Temer, ele assegura que “podemos ter equidade, mas temos diferenças também e kisso tem que ficar claro para que efetivamente a leitura da população seja justa”.

A preocupação do senado é com a leitura que a população possa fazer do PMDB ligado ao governo da presidente Dilma Rousseff, por isso mesmo ele reforça: “Não podemos pagar por erros que não são nossos e não podemos ter também ganhos de ações que não são nossas. O nosso balizamento é a população brasileira, é a cobrança das ruas. Estamos vivendo um outro limiar. Os partidos que não entenderem isso estarão fora do jogo, virarão um dinossauro e vão desaparecer”.

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