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Quinta-feira, 11 de julho de 2019
O PT se movimenta na surdina – A serpente vive!

O PT não está morto. A ordem é fustigar Bolsonaro, atrair e liderar as pautas comuns dos partidos de esquerda, impedir a aprovação de matérias no congresso que possam fortalecer o governo, evitar mudanças na legislação que possibilitem a condenação e prisão de parlamentares respondendo a processos e, em último caso buscar uma liderança, aprovada por Lula, para retornar ao executivo em 2022.

Lula, preso ou solto, continuará sendo o principal cabo eleitoral e o responsável por manter índices próximos a 25% dos votos e o estímulo da militância do partido. Este é o cenário escancarado que se desenha nas planilhas do marketing das oposições.

Uma pena que pensem assim! Enquanto milhares de cidadãos continuam abarrotando filas à procura de empregos, o executivo, busca atrair investimentos aprovando reformas para dar segurança aos investidores e o judiciário combate a corrupção em todos os escalões e poderes da nossa república.

Não se trata de culpar Lula, FHC, crise mundial ou ranço político e sim de lutar para reconduzir o país ao equilíbrio. Precisamos reconhecer a tênue linha que separa, na política, a militância do patriotismo.

Aceito e reconheço alguns argumentos da esquerda, mas é preciso equilibrar os dois pratos dessa balança sob os pontos de vista político, econômico e da complexidade administrativa de uma nação.

Em um dos lados dessa balança está a gestão política que exige articulação com os políticos, meios de comunicação e lideranças de classes, para aprovar e divulgar leis que permitam avançar em fatores como qualidade da democracia, respeito aos direitos humanos, descentralização do poder, apego a ética, transparência e distribuição de renda. No outro prato da balança, amontoam-se situações como estilo autoritário, populismo, permissividade para a corrupção, incúria administrativa, etc.

À promessa de que obras em curso serão entregues contrapõem-se os estrangulamentos na frente logística e de infraestrutura. Luta perversa travada pelo competente ministro Tarcísio Gomes. Em suma, juntando fatores como alto desemprego e obstruções no congresso o governo poderá não ter fôlego para fazer esta travessia.

Se o presidente insistir em não dialogar com os parlamentares, não terá como evitar o fracasso. Veja que o presidente da câmara Rodrigo Maia assumiu o protagonismo nessa aprovação da reforma da previdência, e não se iludam, partirá também em busca do bônus eleitoral, cuidando para que o governo Bolsonaro continue patinando sem alcançar bons índices.

Heinrich Denzinger e Peter Hunermann, expoentes da pesquisa sobre pobreza e justiça social, ajudam a entender esse comportamento das esquerdas, mas escancaram o viés ideológico que levam sempre a administrações equivocadas e desastrosas.

Resta-nos esperar e torcer para que a competente equipe do governo Bolsonaro encontre condições políticas e econômicas para realizar os grandes projetos planejados.

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