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Agronegócio mobilizado para Paolinelli ganhar o Nobel da Paz

A candidatura do ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli (1974/1979) ao Prêmio Nobel da Paz deste ano, protocolada em janeiro pela USP (Universidade de São Paulo) junto ao The Norwegian Nobel Committee, mobiliza o agronegócio, conforme revelou a live comemorativa aos 61 anos da Associação Brasileira de Criadores de Búfalo na última sexta-feira (23).

Os ex-ministros da Agricultura Antonio Cabrera e Roberto Rodrigues, lideranças do setor, manifestaram estar empenhados e trabalhando pela causa. “Estamos de mangas arregaçadas para que o Brasil traga o caneco pela primeira vez”, disse Cabrera. Rodrigues, para quem Paolinelli, de 84 anos, é o “maior brasileiro vivo”, declarou que os produtores estão todos juntos, “de mãos dadas, porque, se há alguém no mundo que merece essa láurea, é Paolinelli”.

A indicação da USP, por meio de sua Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz", destaca que Paolinelli contribuiu decisivamente para desenvolver a agricultura sustentável no Cerrado preservando a Amazônia; transformar o Brasil de importador de alimentos em 1970 em potência mundial do agronegócio, alimentando cerca de 1,2 bilhão no mundo; além de liderar o Projeto Biomas, em sintonia com objetivo da FAO, para a produção de alimentos para mais 1,1 bilhão de pessoas em 2050.

Praticante da agricultura de baixo carbono, Paolinelli, se diz "honrado" de defender a bandeira da segurança alimentar aliada à sustentabilidade, reconhecendo que a indicação não é por um projeto específico e sim por uma vida inteira de trabalho. Atualmente, ele preside o Instituto Fórum do Futuro.

(Assessoria de imprensa para ABCB)